Política

Demora na coleta de assinaturas e burocracia podem adiar para 2022 estreia do ‘’Aliança’’

Os aliados do presidente Jair Bolsonaro tentam manter o fôlego para coletar as 492 mil assinaturas de eleitores para dar entrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no pedido de registro do Partido Aliança pelo Brasil. Os articuladores do Aliança sentem, porém, que o tempo é cada vez mais curto para viabilizar a nova sigla para concorrer às eleições municipais deste ano.

O presidente Jair Bolsonaro já disse a aliados que não quer que o Aliança pelo Brasil saia às pressas, antes das eleições municipais e defende que o partido fique pronto a tempo apenas para 2022, quando deve tentar a reeleição à Presidência.

Os aliados de Bolsonaro no Ceará já ouviram o recado e dificilmente terão, pelo Aliança, candidatos a prefeitura de Fortaleza e das principais cidades do Ceará. Os coordenadores do movimento de coleta de assinaturas e articulação para formação do Aliança estipularam o início de março para pedir o registro da nova sigla no TSE, mas o prazo tem sido curto e, para muitos, é pouco provável que o partido esteja criado para o pleito de 2020.

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