Brasil

Brasil enfrenta superlotação carcerária e ‘epidemia de violência doméstica’, diz Human Rights Watch

Relatório analisa situação dos direitos humanos em 90 países. Diretor da ONG diz que Bolsonaro é exemplo de governante autoritário. Planalto foi procurado, mas não ainda não se manifestou.

O Brasil enfrenta a superlotação do sistema carcerário e uma epidemia de violência doméstica, aponta o relatório anual da ONG Human Rights Watch. Os resultados do estudo, divulgados nesta quinta-feira (17), indicam problemas no respeito aos direitos humanos em 90 países.
A Human Rights Watch destacou que, em junho de 2016, mais de 726 mil pessoas estavam presas no Brasil. Porém, o sistema carcerário só tinha capacidade para abrigar a metade deles. No fim de 2018, o número de presos subiu para 842 mil.
Além da superlotação, o estudo aponta que menos de 15 % dos presos estudam ou trabalham. A assistência médica para os encarcerados é frequentemente deficitária.
Na avaliação da ONG, essas falhas no sistema carcerário aliadas à deficiência no número de agentes penitenciários tornam impossível que o estado brasileiro mantenha controle sobre as prisões.

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