Ceará

Atiradores, colecionadores e caçadores do Ceará compram menos munição

No Ceará, os CACs adquiriram 724.770 munições no ano passado, aproximadamente 15% a menos do que em 2018, quando foram compradas 842.600 projéteis.

O número de cartuchos de munições comprados pelo segmento de colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) civis vem caindo no Ceará desde 2017. Os dados coletados por meio da Lei de Acesso à Informação pelo Instituto Sou da Paz junto ao Exército Brasileiro não acompanham a tendência nacional de crescimento.

No Ceará, os CACs adquiriram 724.770 munições no ano passado, aproximadamente 15% a menos do que em 2018, quando foram compradas 842.600 projéteis. Em 2017, o número foi ainda maior: 1.015.010 cartuchos. Em nível brasileiro, o aumento entre 2018 e 2019 foi de 17,2%, puxados especialmente pelo Estado do Rio Grande do Sul que, cujos CACs sozinhos obtiveram mais de 6,5 milhões de unidades.

Apesar de os atiradores cearenses terem comprado menos munições em 2019, o Ceará ainda aparece como o que mais adquiriu projéteis do Nordeste. Em segundo lugar, está a Bahia, com 542.530 cartuchos e, em terceiro, o Maranhão, com 382.305.

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